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PR em Honduras – Nossa História

Toda empresa estrangeira que queira prosperar no mercado vai se beneficiar de uma agência de relações públicas na Honduras que entenda as peculiaridades culturais do país, mas que também tenha uma perspectiva internacional.

Se você é uma marca de consumo, empresa prestadora de serviços, ou uma startup de tecnologia inovadora, a Sherlock Communications é única entre as agências de relações públicas em Honduras, oferecendo uma equipe premiada que combina visão local e contatos de mídia, além de décadas de experiência internacional.

Quer se trate de relações com a mídia, intervenção em mídias sociais e digitais, campanhas de influenciadores, marketing de desempenho ou geração de histórias e leads para a imprensa, a equipe hondurenha da Sherlock tem um histórico comprovado em oferecer ótimos resultados para seus clientes internacionais, de startups a empresas de capital aberto.

Visão Geral do Mercado

As principais áreas da economia incluem produtos manufaturados produzidos por fábricas de montagem locais, conhecidas como maquiladoras, particularmente na área têxtil, juntamente com o turismo e a indústria da construção. Há dez anos, o crescimento econômico aumentou e chegou a 4% em 2008. No entanto, desde então, a crise econômica global, juntamente com uma crise política interna, afetou negativamente esse crescimento.

Antes disso, em 2004, o governo assinou uma “Carta de Intenções” para um novo Mecanismo de Redução da Pobreza e Crescimento (PRGF) com o FMI, garantindo à Honduras uma atenuação de sua dívida sob a iniciativa Países Pobres Altamente Endividados (HIPC).

Durante a presidência de Juan Orlando Hernández, o governo de Honduras vem trabalhando de perto com o FMI, dando continuidade à pressão para o fortalecimento de sua política fiscal. Então, em dezembro de 2014, o FMI aprovou um empréstimo de quase US$ 200 milhões, apoiando um programa econômico de três anos para manter a estabilidade macroeconômica, aumentar as condições de crescimento sustentável e reduzir a pobreza ao mesmo tempo.

O país geralmente está aberto ao investimento estrangeiro direto, mas este diminuiu 16,7% em 2016 em comparação com 2015, chegando a US$ 102 bilhões, o que representa uma queda de US$ 202 milhões em relação ao ano anterior. Esta queda foi atribuída a dificuldades no ambiente de negócios, incluindo as relativas à insegurança e às deficiências legais.

Panorama da mídia

Pelo menos metade das famílias hondurenhas tem uma televisão, e a televisão pública tem um papel muito menor do que na maioria dos outros países da América Central.

Existe uma variedade de redes de TV aberta de propriedade privada e há também várias redes de TV a cabo em oferta. A Rádio Honduras é a única rede de rádio de propriedade do governo, mas, existem cerca de 300 estações de rádio privadas (2007).

As rádios hondurenhas transmitem em duas bandas: FM e AM. Algumas estações são apenas de programas falados, com entrevistas e discussões, mas há também aquelas que apresentam uma variedade de gêneros musicais.

As principais áreas urbanas têm seus próprios jornais, por exemplo aqueles baseados em San Pedro Sula e Tegucigalpa. Honduras também tem uma série de revistas de notícias mensais e publicações especializadas.

Em 2017 havia 2,7 milhões de usuários de internet no país – cerca de 32% da população – e, como é o caso na maioria dos estados da América Central, o Facebook é a rede social mais usada.

A economia

Honduras tem um governo democrático e uma economia de mercado livre. Segundo o Banco Mundial, a economia hondurenha é classificada como de renda média baixa, com o quinto maior PIB dos sete países da América Central (US$ 23 bilhões). A economia cresceu 4,8% em 2017 e prevê-se um aumento de 3,5% em 2018, devido à aceleração do mercado dos EUA e ao aumento dos preços das commodities – o café em particular. As remessas pessoais de hondurenhos morando fora também são importantes para sustentar a demanda interna, atingindo uma alta de US$ 4,4 bilhões em 2017, o que representou mais de 18% de seu PIB total.

Apesar de Honduras enfrentar grandes desafios com mais de 63% da população (8,3 milhões de habitantes) vivendo na pobreza e uma taxa de desemprego de 5,6% em 2017, o governo vem criando e empregando novas estratégias para aumentar o emprego, parte do plano Honduras 2020 – um programa nacional de desenvolvimento de cinco anos.

A economia de Honduras tem uma alta dependência do comércio internacional e de sua estrutura econômica, e a agricultura ainda é a principal fonte de emprego. Seus principais parceiros comerciais são os Estados Unidos, os países da América Central e a União Europeia, em particular a Alemanha.

Suas principais exportações são produtos agrícolas e roupas. As principais exportações agrícolas são café (20,6%), banana (11,2%), óleo de palma (7,6%) e camarão e lagosta (7,1%). Suas importações são principalmente produtos manufaturados, incluindo máquinas, equipamentos e produtos minerais. As exportações totais atingiram US$ 3,8 bilhões em 2016.

O investimento estrangeiro em Honduras é regulado pela Lei de Proteção e Promoção de Investimentos e existem alguns limites para empresas estrangeiras dependendo do setor em que operam, já que o Estado protege indústria de base e serviços públicos, como o abastecimento de água e gestão de resíduos.

De forma geral, o clima de investimento hondurenho ainda está atraindo grandes investidores, particularmente nas áreas têxteis e de turismo.

Além disso, nos últimos anos, o comércio entre a UE e Honduras vem aumentando, especialmente devido à introdução em 2013 do Acordo de Associação entre a União Europeia e a América Central (EUCAAA). A economia permanece forte graças também a um setor privado bastante dinâmico.

Uma das conquistas de Honduras é tornar-se um dos principais destinos na região do Caribe. Isso exige investimentos públicos e privados em infraestrutura, serviços de consultoria, conectividade, inclusive aeroportos e companhias aéreas, e recursos humanos adequados. Em agosto de 2017, o Congresso Nacional de Honduras aprovou uma nova Lei de Promoção do Turismo que inclui um pacote de incentivos para investimentos.

A contribuição direta de Viagens & Turismo para o PIB foi de US$ 1,224,0 milhões, 5,5% do total da contribuição total de Viagens & Turismo para o PIB foi de US$ 3.352,0 milhões, 15,0% do PIB em 2017 e prevê-se um aumento de 4,7% em 2018. O turismo também apoiou diretamente 187.000 empregos – 4,7% do total de trabalhadores empregados – que deverá aumentar em 3%.

A Capital – Tegucigalpa

Com uma população de 1,19 milhões, Tegucigalpa é a maior metrópole de Honduras juntamente com sua cidade-irmã, Comayagüela, fisicamente separadas pelo rio Choluteca e localizadas no departamento de Francisco Morazán.

A capital é o centro político e administrativo da nação. Ela abriga 25 embaixadas estrangeiras e 16 consulados, além de várias organizações estatais, incluindo a ENEE e a Hondutel. As empresas nacionais de energia e telecomunicações de Honduras também estão localizadas na capital.

O corpo administrativo da cidade é o Gabinete do Prefeito do Distrito Central, que faz parte da Corporação Municipal. O escritório do governador de Francisco Morazán também está localizado em Tegucigalpa.
Sua receita em 2009 foi de um total de 1.955 bilhões de lempiras (US$ 103.512.220), que é mais do que qualquer outra capital da América Central, exceto a Cidade do Panamá.

Devido às estradas superlotadas e congestionadas, resultantes da incapacidade da infraestrutura da cidade em atender o crescimento da população, os governos locais e nacionais tomaram medidas para melhorar e expandir isso, bem como para reduzir a pobreza na região.

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