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PR no Panamá – Nossa História

Qualquer empresa estrangeira que queira prosperar no mercado panamenho vai se beneficiar de uma agência de relações públicas que entenda as peculiaridades culturais locais, mas que tenha uma perspectiva internacional.

Se você é uma marca de consumo, empresa provedora de serviços, ou uma startup de tecnologia inovadora, a Sherlock Communications é única entre as agências de relações públicas no Panamá, oferecendo uma equipe premiada que combina visão local e contatos de mídia, mas também décadas de experiência internacional.

Quer se trate de relações com a mídia, intervenção em mídias sociais e digitais, campanhas de influenciadores, marketing de desempenho ou geração de histórias e leads para a imprensa, a equipe panamenha da Sherlock tem um histórico comprovado em oferecer ótimos resultados para seus clientes internacionais.

Visão Geral do Mercado

O Panamá é conhecido como a “Cruzamento das Américas” devido à sua posição privilegiada entre o Sul e o Norte do continente, o que dá ao país uma enorme importância estratégica que vai além da famosa façanha de engenharia que é o Canal do Panamá. Todos os anos, mais de 15.000 embarcações completam oito horas de jornada pela hidrovia – uma contribuição substancial para a economia do país.

Com uma população estimada em 3,86 milhões, o país tem uma extensão territorial de 75.517 km2. O Panamá é uma democracia presidencialista com uma assembleia nacional e um judiciário independente. Tem um tribunal eleitoral muito forte e respeitado que conseguiu garantir cinco eleições gerais consecutivas desde que o país retornou à democracia em 1989.

O cenário da mídia

A situação da mídia no Panamá é geralmente estável. As condições para a liberdade de imprensa melhoraram, já que a administração do presidente Juan Carlos Varela demonstra maior respeito pela independência jornalística do que o líder anterior, Ricardo Martinelli. A liberdade de imprensa é agora protegida pela constituição. A maioria dos meios de comunicação é de propriedade privada, com a Corporacion Medcom operando as principais estações de TV. Existem cerca de 100 estações de rádio e várias redes de TV. Há oito jornais de alcance nacional no país, impressos e online.

Em 2017, cerca de 2,8 milhões de pessoas estavam online – o equivalente a 69% da população do país. O acesso à Internet é irrestrito e estima-se que existam 435.000 usuários do Facebook, metade dos quais têm entre 18 e 24 anos. Outras redes usadas por panamenhos incluem Twitter e LinkedIn.

A economia

Nos últimos dez anos, o Panamá se tornou uma das economias que mais cresceram no mundo, com crescimento médio anual de 7,2% entre 2001 e 2013. Sua economia cresceu 6,1% em 2014 e para 2019 a previsão de crescimento é de 5,6% – a mais alta América latina.

Em 2015, o Panamá teve um PIB de US$ 51 milhões, duplicando seu tamanho nos últimos 10 anos.

Outras previsões incluem a construção da segunda linha do metrô, mais tráfego gerado pelo Canal do Panamá e forte investimento privado. Há indústrias emergentes lideradas pelo setor privado em transporte, logística, mineração, serviços financeiros e turismo.

O país também progrediu na redução da pobreza. Se usarmos a linha de pobreza internacional de US $ 4 por dia, isso resultaria em uma redução geral da pobreza de 21 a 17% entre 2011 e 2015. Além disso, a economia também criou 280.000 novos empregos.
Entre 2001 e 2013, o país teve um crescimento médio anual de 7,2%, mais que o dobro da média regional. O crescimento caiu ligeiramente para 5,8% e 5,4% em 2015 e 2016, respectivamente. Mas até 2017 a previsão permanece positiva em 5,4%, subindo para 5,5% em 2018, segundo o Banco Mundial.

O investimento estrangeiro direto (IED) do Panamá alcançou US$ 5.209,3 milhões em 2016, um aumento de 15,9% em relação ao ano anterior. Segundo a CEPAL, isso representa 43% do total do IED na América Central. O Panamá obteve status de “grau de investimento” de todas as três grandes agências de classificação de risco, graças às melhorias nas finanças públicas, às reformas fiscais e à resiliência da economia à crise financeira global. O Índice de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial lista o Panamá como a segunda economia mais competitiva da América Latina, logo ao lado do Chile.

Em 2017, a contribuição direta de viagens e turismo para o PIB do Panamá foi de US$ 3.464,4 milhões – 5,9% do total. Prevê-se que essa fatia aumente para 6,3% em 2018 e aumente 5,6% a cada ano aa para 15.544,3 milhões de dólares – 14,8% do PIB – até 2028 em 2017. A indústria apoiou diretamente 116.500 empregos — 6,3% do emprego total — e novamente se espera que essa parcela aumente 2,1% ao ano para 147.000 empregos – 6,7% do emprego total – até 2028. O Panamá é um caldeirão de etnias, historicamente o lar de muitos grupos indígenas, muitos dos quais ainda residem no país. Os espanhóis se estabeleceram no início do século 16, aumentando a população e acrescentando novas etnias e identidade cultural. O Panamá sempre foi um lugar de circulação, pois os produtos das Américas Central e do Sul atravessavam a região a caminho da Europa.

Hoje, muitos de seus cidadãos são empreendedores ou trabalham em empresas da própria família. Há também uma rica elite na Cidade do Panamá, que detém a maioria das grandes empresas, enquanto serviços comunitários e pequenas empresas operam em outras áreas mais rurais.

A Capital – Cidade do Panamá

Localizada no lado caribenho do famoso Canal do Panamá, a Cidade do Panamá é a maior metrópole do país e abriga cerca de 1 milhão de pessoas.

A economia da cidade depende fortemente dos serviços financeiros e outras atividades associadas ao tráfego no canal, e se tornou um importante centro financeiro internacional. Já as indústrias incluem cervejarias, refinarias de petróleo, laminadores de aço e fábricas de roupas e produtos de madeira.

As instalações portuárias que servem a Cidade do Panamá ficam a sudoeste na cidade contígua de Balboa. Essa região está ligada a Colón (o terminal caribenho do Canal do Panamá) pelo canal, a Ferrovia do Canal do Panamá e a Rodovia Interamericana (Pan-Americana). Existem aeroportos internacionais em Albrook, a oeste da cidade, e em Tocumen, a 27 km a nordeste do centro da cidade.

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