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PR na Guatemala – Nossa História

Toda empresa estrangeira que queira prosperar no mercado vai se beneficiar de uma agência de relações públicas na Guatemala que entenda as peculiaridades culturais do país, mas que também tenha uma perspectiva internacional.

Se você é uma marca de consumo, uma empresa prestadora de serviços, ou uma startup de tecnologia inovadora, a Sherlock Communications é única entre as agências de relações públicas na Guatemala, oferecendo uma equipe premiada que combina visão local e contatos de mídia, além de décadas de experiência internacional.

Quer se trate de relações com a mídia, intervenção em mídias sociais e digitais, campanhas de influenciadores, marketing de desempenho ou geração de histórias e leads para a imprensa, a equipe guatemalteca da Sherlock tem um histórico comprovado em oferecer ótimos resultados para seus clientes internacionais, de startups a empresas de capital aberto.

Visão Geral do Mercado

A Guatemala é a maior economia da América Central, com um PIB de US$ 75,7 bilhões em 2017 e uma taxa média de crescimento de 3,6% prevista para 2023, segundo estimativas do FMI, tornando-a uma das economias mais estáveis na América Latina.

A Guatemala é também o país mais populoso, com 16,9 milhões de habitantes e um PIB per capita de US$ 4.472. Uma de suas principais vantagens é o acesso geográfico ao México e, por meio do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (NAFTA), o acesso comercial aos EUA e Canadá. A longo prazo, a Guatemala tem o potencial de ser um importante centro de empresas da cadeia de suprimentos, particularmente devido à recém-lançada união aduaneira entre Guatemala e Honduras.

A agricultura predomina, representando 23% do PIB e 75% de todas as exportações, inclusive a do café, do qual a Guatemala depende. A fabricação é centrada na montagem leve e no processamento de alimentos, enquanto o turismo e a exportação de têxteis, juntamente com produtos agrícolas não tradicionais, como frutas e flores, são cada vez mais importantes.

Durante a segunda metade do século XX, uma guerra civil prolongada colocou a elite urbana, apoiada pelos EUA, contra guerrilheiros nas comunidades rurais que, por sua vez, eram apoiadas pela União Soviética. A guerra terminou com um acordo de paz em 1996 e, desde então, a Guatemala tem buscado a estabilização macroeconômica com reformas que atraem investimentos estrangeiros, incluindo privatizações bem-sucedidas.

Nos últimos tempos, a Guatemala ganhou reputação internacional pela luta contra a corrupção e, à medida que os protestos populares cresceram em 2015, um quadro novo na política, Jimmy Morales, foi eleito presidente.

Panorama da mídia

A Guatemala tem quatro grandes jornais: o Prensa Libre, El Periódico, o Siglo XXI – todas publicações matutinas – e La Hora, um jornal da tarde. Também é publicado um tabloide diário menor, o mais sensacionalista Nuestro Diario, assim como duas publicações semanais, Critica e Crónica. Todos, com exceção do Crónica, são independentes.

Os principais jornais independentes frequentemente criticam o governo, bem como os militares e outros segmentos poderosos da sociedade guatemalteca. Eles conseguiram publicar denúncias sobre suposta corrupção do governo e sobre tráfico de drogas, usando fontes como grupos de direitos humanos, inteligência clandestina ou organizações de esquerda, como a agência de notícias CERIGUA, ou o Centro para a Defesa da Libertad de Expresión (Centro de Defesa da Liberdade de Expressão).

Tanto o Critica quanto o Crónica eram historicamente independentes, mas o Crónica tornou-se alvo de um boicote publicitário em 1998 e foi forçado a vender para um empresário conservador. Em 2002, ele refletia a filosofia de direita do novo proprietário, enquanto o Critica continuava a criticar o governo.

Além disso, há o jornal de língua inglesa The Guatemalan Post, bem como o mais antigo jornal sobrevivente da América Central, o Diario de Centro America. No entanto, na primeira década do século XXI, o Diario de Centro America foi um jornal semioficial que deu apenas notícias jurídicas e não contou com uma tiragem significativa.

Agências de notícias estrangeiras ativas na Guatemala incluem a Reuters e a Associated Press, além de agências da Espanha, Alemanha, França, México, Estados Unidos e Canadá.

Existem 26 estações de TV, com o conteúdo vindo de um dos quatro principais canais: Canal 3, Canal 7 Televisiete, Canal 11 e Canal 13. Todos estão localizados na Cidade da Guatemala, de onde todas as mídias – impressas e eletrônicas – se originam. O governo também possui outros canais, o Canal 21 e, para os militares, o Canal 5. As emissoras de rádio chegam a aproximadamente 600 estações.

A Guatemala possui 7,2 milhões de usuários de internet, aproximadamente 42% da população. Entre estes, 6,8 milhões usam o Facebook, principalmente acessando via smartphones. O país tem 18 milhões de assinaturas móveis.

A economia

A Guatemala tem a maior população entre países da América Central, com um PIB per capita de cerca de um terço do brasileiro. Segundo dados do Banco Mundial, a economia da Guatemala cresceu 2,9% em 2016, 4,1% em 2015 e 4,2% em 2014. O crescimento do PIB em 2017 foi de aproximadamente 3,2%. Apesar do crescimento constante da economia, a desigualdade continua sendo um desafio, com 59,3% das pessoas vivendo na pobreza, como registrado em 2014. A taxa de desemprego foi de 2,6% em 2017, no entanto, a atividade econômica informal representa pelo menos 70% da força de trabalho, o que significa que menos de 30% dos trabalhadores são totalmente cobertos por regulamentações de seguridade social.

Há também um salário mínimo baixo de US$ 400 por mês, insuficiente para cobrir os bens de consumo básicos avaliados em US$ 500, e as pressões inflacionárias provavelmente aumentarão com o aumento dos preços dos alimentos e do petróleo. A inflação subiu para 37% em 2016.

Em termos de comércio exterior, a Guatemala passou de ser exportadora de matéria-prima e commodities agrícolas tradicionais, incluindo açúcar, café, produtos de carne bovina, cardamomo e banana, com 25% das exportações, para se tornar uma das economias exportadoras mais diversificadas da América Latina. Produtos não-tradicionais como têxteis/roupas e de manufatura leve agora são exportados para mais de 140 países no mundo. O total de exportações chegou a US$11 bilhões em 2017.

O país, no entanto, permanece vulnerável a choques externos, principalmente devido à sua dependência excessiva da economia americana, o que significa que qualquer desaceleração econômica nos EUA, seu principal parceiro comercial, reduzirá a demanda por exportações e pressionará um governo que já está lutando para financiar importações adicionais de alimentos e combustíveis.

O país também depende de remessas de cidadãos guatemaltecos que vivem nos EUA. Em 2016, as remessas dos EUA ficaram em torno de US$ 7,27 milhões, um aumento de 16% em relação a 2015, com a Guatemala recebendo o segundo maior número de remessas na América Latina, representando cerca de 12% do PIB.

A Guatemala possui um regime de investimento aberto que garante status de investimento nacional aos investidores estrangeiros, regras regidas pela Lei de Investimento Estrangeiro. Os investidores estrangeiros podem participar de quase todas as atividades econômicas, sem limitações quantitativas, com restrições restritas àquelas estabelecidas na Constituição do país, como por exemplo as regras que dizem respeito a recursos florestais ou marítimos.

O governo guatemalteco pretende expandir seus setores de energia e extrativismo, que atualmente estão relativamente pouco explorados. De acordo com dados do Banco Mundial, o fluxo de investimento estrangeiro direto (IED) em 2015 foi de US$ 1,18 bilhão, um ligeiro aumento em relação aos US$ 1,17 bilhão recebidos em 2014. O Banco Central da Guatemala (Banguat) previu que o IED chegaria a US$ 1,19 bilhão em 2016.

O governo também está implementando ferramentas para facilitar a realização de negócios no país, inclusive reduzindo o tempo e, portanto, os custos para montar um negócio, introduzindo sistemas on-line para a abertura de empresas, facilitando o crédito e trabalhando na integração regional, entre outros. No geral, o nível de importações de bens e serviços do país vem aumentando.

Em 2017, a contribuição direta de viagens & turismo para o PIB foi de USD 2,2 bilhões, 2,9% do PIB do país, com previsão de aumento de 4,5% em 2018, de 4,0% ao ano para US $ 9,3 bilhões, – ou 8,6% do PIB – em 2028. Em 2017, a indústria de viagens & turismo apoiou diretamente a criação de 166.000 postos de trabalho, 2,6% do emprego total, e também deverá aumentar em 4,5% em 2018, para 3,3% ao ano e criar 239.000 postos de trabalho – 2,7% emprego total – em 2028. As exportações de visitantes geraram USD 1.576,6 milhões, representando 9,5% do total das exportações em 2017, enquanto o investimento no setor em 2017 foi de USD 830,9 milhões. Espera-se que este valor aumente 1,9% em 2018, e 4,4% por ano nos próximos dez anos para USD 1.302,2 milhões em 2028, – um aumento de 9,1%.

O turismo tornou-se, portanto, um dos principais impulsionadores da economia e continua crescendo. A Guatemala recebe cerca de dois milhões de turistas todos os anos e é visitada por cruzeiros marítimos de todo o mundo.

A Capital – Cidade da Guatemala

Com uma população de 2,918 milhões, a Cidade da Guatemala ou Ciudad de Guatemala, a capital do país, é a maior cidade da América Central e o centro político, social, cultural e econômico da Guatemala.

Além dos escritórios e serviços do governo ali concentrados, a Cidade da Guatemala lida com quase metade do capital investido no país e responde por mais da metade dos estabelecimentos industriais e da produção nacional. É o foco do transporte rodoviário, ferroviário e aéreo, e é o centro comercial e bancário do país.

A Cidade da Guatemala também domina a vida cultural. É a sede das principais faculdades da Universidade de San Carlos da Guatemala; as principais instituições de educação artística, comercial, profissional e militar; a Sociedade de Geografia e História; e vários museus importantes.

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